Mercado de proteção a aparelhos móveis ainda não decolou

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Por Jim Finkle

BOSTON (Reuters) - O mercado de software para proteção a aparelhos móveis como celulares inteligentes ainda não decolou a despeito das vendas robustas de dispositivos como o BlackBerry, da Research in Motion, ou o iPhone, da Apple .

Enrique Salem, vice-presidente de operações da Symantec, estima que o mercado movimente hoje algumas centenas de milhões de dólares por ano.

“Está crescendo. Mas dado o número de aparelhos, o número de celulares inteligentes, seria de imaginar que o crescimento fosse maior”, disse Salem em conferência. “Não posso fornecer números exatos, mas o ritmo é mais lento do que poderíamos imaginar.”

Como a Symantec, a McAfee vende produtos de segurança para aparelhos novos e tem novos produtos em desenvolvimento. “Nós certamente vemos uma oportunidade nesse segmento”, disse Dave DeWalt, presidente-executivo da McAfee, à mesma conferência.

Por enquanto, a segurança para aparelhos móveis é vista como um recurso extra em programas criados para combater software malévolo em computadores pessoais e laptops, disse Mike Haro, analista sênior da Sophos, a maior fabricante de software de segurança, uma empresa de capital fechado.

Mas isso está começando a mudar, disse. “Os clientes estão começando a pensar em que estratégia devem adotar para os celulares inteligentes”, ele disse em entrevista.

Alguns dos mais sofisticados produtos de segurança para aparelhos móveis estão disponíveis no Japão, onde operadoras de telefonia móvel como a NTT DoCoMo oferecem software de segurança que os usuários podem baixar para seus aparelhos.

Eles pagam uma assinatura mensal pelo uso do software, diz Salem.

Os especialistas dizem que um dos motivos para o crescimento lento é que, ao contrário do mundo dos computadores pessoais, no qual o sistema operacional Windows, da Microsoft, aciona a maior parte das máquinas vendidas, ainda não surgiu uma plataforma dominante entre os aparelhos móveis.

Isso os torna menos atraentes para os hackers, que não querem o trabalho de desenvolver tecnologias que permitam invadir múltiplos sistemas.

Fonte: Reuters

Adobe prepara nova versão de pacote de design digital

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BOSTON (Reuters) - A Adobe Systems, produtora dos programas Photoshop e Acrobat, iniciou nesta terça-feira testes públicos da próxima geração de seu pacote de programas gráficos, o CS4.

A companhia, que começou a vender o pacote CS3 em 2007, lançou nesta terça-feira versões beta do programa Dreamworks, de criação de páginas Web; Fireworks, de gráficos; e Soundbooth; de edição de áudio. Os softwares foram disponibilizados em caráter de teste beta no site Adobes Labs da empresa.

A Adobe ainda não começou os testes públicos de outros programas do pacote CS4, que inclui o Photoshop e o Illustrator.

A produtora não comentou quando liberará o CS4, afirmando que essa medida afetaria as atuais vendas do CS3 porque os consumidores acabariam por preferir adiar suas compras para aproveitar os novos recursos da próxima versão.

Corte de Nova York acusa Dell de envolvimento em fraude

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SEATTLE (Reuters) - Uma Corte de Nova York condenou a Dell nesta terça-feira alegando que a fabricante de computadores norte-americana está envolvida em fraudes, propaganda enganosa, negócios obscuros e prática de acúmulo abusivo de dívidas.

O juiz da Suprema Corte do Estado de Nova York, Joseph Teresi, afirmou que a Dell enganou os consumidores com ofertas “sem juros” para compras a prazo pela financeira da companhia, mas que embutiam os juros de forma oculta.

A Procuradoria Geral de Nova York, que entrou com o processo contra a Dell em maio de 2007, informou que irá calcular e determinar quanto a companhia terá de pagar restituições aos seus consumidores.

A companhia não estava imediatamente disponível para comentários.

(Reportagem de Daisuke Wakabayashi)

Fonte: Reuters

No ciberespaço, crime organizado abre trilha deixada por hackers

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Por Huw Jones

BRUXELAS (Reuters) - Atacar a infra-estrutura de Internet da União Européia agora é atividade preferencial do crime organizado e não de jovens hackers que só desejam provar suas habilidades, declarou na terça-feira o chefe da agência de segurança do bloco comercial.

Andrea Pirotti, diretor executivo da European Network and Information Security Agency (Enisa), disse que as autoridades públicas até agora foram capazes de manter sua posição defensiva.

“Existe uma disputa constante entre os atacantes e o reforço na proteção aos sistemas de informação. É uma batalha”, disse Pirotti à Reuters. “Devemos impedir que os ataques se transformem em um 11 de setembro digital”, acrescentou.

A economia dos 27 países das União Européia, bem como a de outras nações do mundo, depende cada vez mais da operação livre de problemas da Internet e já casos que mostraram o que pode dar errado.

No ano passado, sites do governo da Estônia caíram e o país báltico acusou a Rússia de estar por trás daquilo que muitos vêem como o primeiro grande ciberataque da Europa.

“Os ataques podem ser muito prejudiciais, mas até agora posso dizer que a situação tem estado sob controle”, disse Pirotti.

Mas com orçamento anual de apenas 8 milhões de euros (12,6 milhões de dólares) e equipe de 50 funcionários, a Enisa precisa de mais recursos, disse ele.

Pirotti se recusou a comentar sobre as alegações estonianas de envolvimento russo no ataque do ano passado, mas disse que é preciso aprender as lições do episódio, tais como a necessidade de haver um time de resposta de emergência de computadores, ou “corpo de bombeiros digital”, em cada país da União Européia.

Pirotti disse que 14 equipes como essa já foram estabelecidas, e que outras 10 devem iniciar operações dentro de dois anos.

Viviane Reding, comissária das Telecomunicações da União Européia, propôs tornar obrigatória a informação de violações de segurança da Internet em bancos, empresas e outras instituições, a fim de construir um panorama real da situação de segurança e melhorar a resposta.

Pirotti diz que a proposta controversa merece apoio, mas é preciso encontrar o ponto de equilíbrio para informar os usuários sem assustá-los.

Fonte: Reuters

Causos Reais de um Webdesigner

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Mais uma história que aconteceu comigo recentemente, o cliente me contratou para desenvolver o site dele, então eu fiz o layout bem moderno e bonito em pouco tempo, quando ele viu fez a mesma coisa e deu um exemplo de um site pior que o dele para fazer kkkkkkkkkkk. E ainda tem web designers que não aguentam, se quer ser webdesigner tem que saber aguentar o cliente. Mais um execelente vídeo de Bruno Ávila.

Fonte:  http://www.causosreais.com.br/

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